Ao longo dos meus indeléveis 24 anos de idade que por vezes mais parecem ter um zero a menos no final, obtive vitorias e derrotas como qualquer ser vivo, andei por caminhos pelos quais não quis andar, busquei coisas quais tempos depois pareceram perder o sentido, fiz e vivi, carreguei comigo uma lista não tão extensa assim de amores e paixões mal resolvidas, mas que com os dias vão se tornando densas demais pra se carregar.
Pensei em dizer sem medo e lembrei que algo que colecionei nesse tempo com um pouco mais de zelo foram meus medos, mesmo quando a vida me mostrou que pra se provar coragem é preciso de uma situação adversa, assim me joguei com furor em uma zona de conforto pra tentar de certo modo me defender dos males que a vida poderia me causar construindo eu meu próprio mal. Algumas pessoas assim como eu levam à sério demais o quesito morte, por medo, receio , que abdicam de viver. Algo como a historia de um cara que por medo de morrer decidiu se esconder, se atando a ilusão de acreditar que de certa forma deixar de viver vai lhe livrar de morrer, quando morrer é mal irremediável ou um bem incompreendido. Há quem diga que é o primeiro bem que obtemos, um presente recebido ao nascer, é sim saber que somos perecíveis, mas sem data de validade pré-estabelecida.
Por muito fui contra acatar algumas incumbências da vida, as vezes por medo, outros vezes nem tanto, achando que assim iria eu guiar meus próprios passos, pois a sensação de perca de controle me deixava apavorado.
Com os medos bem estabelecidos em meus pensamentos não foi difícil abrir mão de coisas comuns, como ver um jogo no campo, ou uma festa com os amigos, posso dizer que se tem algo que mudou a minha vida, foi o medo, não que me orgulhe disso e até hoje tento desarmar essa bomba que em mim instalei. Mas na vida cara amigo, na vida, não podemos guiar assim à mão de ferro, e isso era algo que eu precisava aprender,e só os dias para me mostrar que estar errado, por vezes é pode ser certo e ao estar certo pode sim se estar errado.
Deverei eu recolher meus sentimentos, balancear minhas tristezas junto às felicidades, acreditar sempre que a verdade é um bem mutável e que a vida, só precisa ser vivida, pois de resto nada se leva, apenas se possui, já dos medos, não quero deles me livrar, só preciso aprender a valorizar também outros acontecimentos.
Pensei em dizer sem medo e lembrei que algo que colecionei nesse tempo com um pouco mais de zelo foram meus medos, mesmo quando a vida me mostrou que pra se provar coragem é preciso de uma situação adversa, assim me joguei com furor em uma zona de conforto pra tentar de certo modo me defender dos males que a vida poderia me causar construindo eu meu próprio mal. Algumas pessoas assim como eu levam à sério demais o quesito morte, por medo, receio , que abdicam de viver. Algo como a historia de um cara que por medo de morrer decidiu se esconder, se atando a ilusão de acreditar que de certa forma deixar de viver vai lhe livrar de morrer, quando morrer é mal irremediável ou um bem incompreendido. Há quem diga que é o primeiro bem que obtemos, um presente recebido ao nascer, é sim saber que somos perecíveis, mas sem data de validade pré-estabelecida.
Por muito fui contra acatar algumas incumbências da vida, as vezes por medo, outros vezes nem tanto, achando que assim iria eu guiar meus próprios passos, pois a sensação de perca de controle me deixava apavorado.
Com os medos bem estabelecidos em meus pensamentos não foi difícil abrir mão de coisas comuns, como ver um jogo no campo, ou uma festa com os amigos, posso dizer que se tem algo que mudou a minha vida, foi o medo, não que me orgulhe disso e até hoje tento desarmar essa bomba que em mim instalei. Mas na vida cara amigo, na vida, não podemos guiar assim à mão de ferro, e isso era algo que eu precisava aprender,e só os dias para me mostrar que estar errado, por vezes é pode ser certo e ao estar certo pode sim se estar errado.
Deverei eu recolher meus sentimentos, balancear minhas tristezas junto às felicidades, acreditar sempre que a verdade é um bem mutável e que a vida, só precisa ser vivida, pois de resto nada se leva, apenas se possui, já dos medos, não quero deles me livrar, só preciso aprender a valorizar também outros acontecimentos.